Depoimento

Comecei a usar prontuário eletrônico nos início dos anos 90, porque sempre acreditei que seria obviamente mais prático, mais seguro e mais confiável. Era um sistema que importava dos EUA e que rodava em DOS (!). A princípio, os pacientes estranhavam bastante um psiquiatra (que já tem alguma fama de doido no imaginário das pessoas...) digitando em um computador durante a consulta. Com o tempo e os progressos crescentes na informática (sequer havia internet disponível como hoje) todos progressivamente se davam conta de que era o caminho correto a seguir.

O sistema e-pep com o qual meu grupo trabalha hoje nasceu há cerca de 4 anos pela nossa demanda de um software mais sofisticado dos que os atualmente disponíveis no mercado. Mais ainda, era necessário que ele cumprisse a regulamentação que diz respeito aos prontuários médicos. O software vem sendo usado pela nossa equipe multidisciplinar e foi sendo aos poucos adaptado, aperfeiçoado e amplamente testado por todos ao longo destes anos. Para quem já teve cerca de cinco softwares diferentes e depende não apenas de tecnologia, como de segurança, praticidade e respeito à regulamentação vigente no Brasil, posso assegurar que o e-pep é o melhor que já usei.

Ana Maria Vergueiro Borralho - Professora da Clínica Médica da UFRJ, Diretora Médico do HUCFF, Ex-Coordenadora de Graduação da Faculdade de Medicina da UFRJ e Professora de Primeiro Socorros da FM UFRJ.

 

 

 

 

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